Antes de mais nada, vamos definir religião:
Religião são comunhões, espiritual ou transcendental (seja
lá o que for, todos sabem, mas ninguém consegue explicar toda a sua
complexidade) baseados em dogmas e diretrizes, quase sempre com um ser (profeta)
como exemplo.
Já a Espiritualidade é o estudo ou o vivencia espiritual sem
estar preso a qualquer bandeira religiosa, dogmas, livros ou profetas, a pura
liberdade individual de exercer a espiritualidade pegando apenas o que
interessa de cada religião, ou não pegando nada, a desinstitucionalização do
espirito ou da pratica dele.
Esse movimento tem-se percebido muito no Brasil, com a
chegada das religiões espiritas, que no início para serem aceitas funcionavam como uma "sub religião" colhia as pessoas que por preconceitos enraizados,
achavam que praticar uma religião que não fosse a católica era algo inconcebível, considera-las não religiões era mais fácil de aceitar. Assim devagar foi se criando a tolerância de se frequentar outros cultos e abriu muitas portas inclusive para os protestantes que
ajudaram muito com esta dinâmica, mas como nosso foco é mais espiritualista,
viu-se também a “saída do armário” das religiões espiritas tais como o Espiritismo, e de linhas africanas como a Umbanda e Candomblé.
Mas, algumas pessoas gostavam de um pouco de cada e não
queriam ficar presos em dogmas, rituais fechados, burocracias e a Inquestionabilidade
dos evangelhos e ritos, esses começaram a fazer seus próprios estudos, muitos após
conflitos e questionamentos dentro de centros e cultos, começaram a montar os próprios grupos, também pessoas
como eu, começaram a estudar por conta própria.
Com essa liberdade de expressão espiritual trouxe muitas
novas informações e elevando até mesmo o nível de consciência dentro dos
centros inclusive (existem centros estudando física quântica).
Esse novo mundo onde ninguém está errado, mas também ninguém
está certo, vem ajudando as pessoas a seguirem o seu curso no mundo espiritual sem a imposição de regras ou dogmas trazendo um avanço extraordinário da consciência
humana no mundo, somos muito mais se cada um pensar da sua forma e poder
expressar assim, trocando ideias e experiências sem se impor sobre o outro, mas também sem as travas de convenções coletivas.
Que seja bem-vindo o movimento espiritualista que ninguém precisa
se submeter a nada nem ninguém para expressar a sua Espiritualidade.
Léo Costa

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